O tempo que a sociedade nos impõe como sendo o “certo” está longe de ser o tempo da nossa natureza. Vivemos apressados, impacientes, ansiosos — tentando acompanhar um ritmo que não é nosso.
Mas será que o tempo que tomamos como “nosso” é, de fato, o tempo da nossa essência? Ou estamos nos envenenando em vidas corridas, como frutas fora de época — grandes, vistosas, mas com a natureza profundamente alterada?
NAC 2019