Para sermos capazes de expressar algo consciente é preciso antes de mais nada limpar os nossos vícios em busca da neutralidade.
Nos trajetos físicos, psíquicos e emocionais, no trabalho do pensamento e da imaginação, o corpo cresce e ganha espaço para abarcar mais mundos.
Existe mais capacidade de espaço entre as costelas do que poderíamos conceber. Quanto mais percebo espaço dentro de mim, mais cedo para que o outro habite em mim. Que haja ar.
NAC 2017