É adentrando no corpo que damos início à jornada consciente ao infinito.
A pesquisa corporal é singular, por ser parte da anatomia e da fisicalidade de cada indivíduo em busca de um aprimoramento do trabalho do artista criador.
Nosso estado natural é esse: o capaz de transcender, de nos conhecer em outras camadas, de ter corpos que se expressam por nós mais fielmente do que nossas palavras. O corpo é o próprio pensamento, só que sem filtro.
Ter passado 30 anos com um corpo não nos obriga a passar os próximos 30 com ele também. Existe um corpo que nos faz únicos. Somente por meio de um processo de desaprendizagem podemos alterá-lo.
NAC 2017