O Homem vem se perdendo de si mesmo, de sua natureza e tornando inatural aquilo que lhe é natural.
Supervalorizou-se a razão de tal maneira que o corpo ficou relegado a segundo plano e esqueceram que o corpo é a razão do ser.
A tendência a racionalizar faz com que estar disponível para experienciar o “aqui e agora” se torne um constante desafio, mas uma vez que nosso corpo encontra os caminhos por meio da experiência, percebe-os, tornando-os naturais.
Um corpo que se movimenta à margem das convenções sociais. Um corpo que desenha um oito, um infinito, que desenha a demência, a morte, a vida, a loucura humana. O movimento nasce a partir da respiração.
NAC 2015