ALTERIDADE
O outro é uma infinitude. E é tão leviana a forma como o reduzimos, o julgamos e pré-julgamos sem nenhum pudor. Por que estamos habituados a isso? Por que temos tanta facilidade em julgar o outro, e tanta dificuldade em nos abrir para o outro? Em nos colocar no lugar do outro?
É preciso muita sensibilidade para se aproximar de um possível “saber” sobre o que se passa na pele alheia para sentir na própria carne a dor e a delícia do que é estar o(a) outro(a), sermos um só e tantos ao mesmo tempo.
Entender aquilo que emanamos e receber de volta os reflexos de nós mesmos. Ver espelhos nas coisas ao nosso redor e nos encontrar neles também.
NAC 2015